Eu sei que as vezes a vida é chata, entendiante, sem sentido nenhum.
Que as vezes nós paramos para pensar "Qual o sentido disso tudo?" "Pra quê a vida?" afinal, qual é a diferença minha no mundo?
Eu sei que as vezes parece muito mais simples desistir de tudo, fazer todos os dias valerem como nada, como se você estivesse ausente do mundo mesmo estando ali.
E eu vou concordar com você, a morte as vezes é um negócio tentador.
Seria rápida, acabaria com todo o sofrimento, não faria diferença pra ninguém... por que não né?
Nossa mente prega peças em nós, nos faz pensar apenas nas coisas ruins de viver e nunca nas coisas boas, ou nas que nos motivam.
Todos tem esses momentos de duvidas, de sofrimento, de vontade de largar tudo e simplesmente se abandonar. É difícil espantar todos esses pensamentos loucos e pensar nas coisas boas mesmo quando tudo está dando errado.
As vezes eu me pego ouvindo musica deprê e falando "eu quero morrer". Mas a consciência resolve interferir em tudo isso...
A primeira coisa que eu penso é: tanta gente lutando pela vida, e nós reclamando e querendo acabar com a nossa. Que tipo de pessoas horríveis nós somos?
E depois: tem tantas coisinhas boas que acontecem na vida, mas as vezes estamos tão focadas no que tem de pior que nem notamos. Pode ser um amigo novo que entrou na nossa vida, um presentinho que sua mãe te deu, uma oportunidade legal de sair com gente nova... e se você não notar, essas coisas vão passar do seu lado ou até na sua frente e você não vai estar nem ai pra isso.
Tanta gente que nos ama, tanta gente que se importa conosco e a gente nem percebe o quanto essas nossas ações estão afetando no relacionamento com elas.
Não tô falando que devemos ser as pessoas mais felizes do mundo, por que né? Vamos combinar que não ta fácil pra ninguém... só acho que temos que pensar sempre nas coisas boas, e em soluções pras coisas ruins.
"Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise." - Augusto Cury
"Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe." - Oscar Wilde
22 de abr. de 2015
20 de abr. de 2015
O tenho a dizer
Eu estou tão feliz.
Finalmente nós somos NÓS... um casal sabe?
Quantas foram as noites que eu ficava acordada olhando para o céu pensando em como seria se nós, definitivamente, nos juntássemos.
Como seria perfeito dizer tudo o que eu estava guardando, tudo o que eu deveria ter dito.
Sonhava com você me acompanhando até a porta de casa e me dando um beijo de tchau. Que vontade eu tinha de ouvir você dizendo no meu ouvido que me amava.
Mas para a garota de 6 meses atrás isso era apenas um sonho, um desejo, uma coisa muito longe de ser conquistada.
Tanta coisa mudou, na verdade, tudo mudou... e, ops! A gente namora.
Vou confessar, eu tive meus medos. Medo de ter o coração partido, de perder o blv (sim ué), medo, talvez, de amar demais.
Eu crio algumas barreiras meio complicadas de serem quebradas, mas entenda que esse é meu jeito de me proteger.
Mas o meu maior medo? Te perder.
E você... é tão perfeito. Tudo o que você faz, tudo o que você diz, tudo o que você é.
O jeito que você me olha, que me faz rir, que sussurra no meu ouvido que me ama. Todas aquelas lindas declarações que você escreveu, e ah... aquela linda rosa vermelha.
Todas as conversas e planos feitos... nosso casamento, a casa, os filhos, e até o animal de estimação.
Você é a pessoa perfeita pra mim.
Obrigada por aguentar a minha chatice todos os dias, todos meus dias de raiva, todas as crises e probleminhas que eu tenho.
E não tem como escrever tudo o que eu gostaria de falar.
São tantas coisas, tantos pensamentos e sentimentos atrapalhados...
Eu só sei que o meu coração bate a 10 mil por segundo quando te vê, e que se parte ao meio quando temos que nos separar.
Que eu tenho vontade de falar com você 24 horas e nunca mais largar. Vontade de ir até você e te dar o melhor abraço do mundo...
Eu só gostaria de dizer que eu te amo muito, e agradecer por ter entrado na minha vida.
Eu amo tanto você... só espero que você saiba disso.
Finalmente nós somos NÓS... um casal sabe?
Quantas foram as noites que eu ficava acordada olhando para o céu pensando em como seria se nós, definitivamente, nos juntássemos.
Como seria perfeito dizer tudo o que eu estava guardando, tudo o que eu deveria ter dito.
Sonhava com você me acompanhando até a porta de casa e me dando um beijo de tchau. Que vontade eu tinha de ouvir você dizendo no meu ouvido que me amava.
Mas para a garota de 6 meses atrás isso era apenas um sonho, um desejo, uma coisa muito longe de ser conquistada.
Tanta coisa mudou, na verdade, tudo mudou... e, ops! A gente namora.
Vou confessar, eu tive meus medos. Medo de ter o coração partido, de perder o blv (sim ué), medo, talvez, de amar demais.
Eu crio algumas barreiras meio complicadas de serem quebradas, mas entenda que esse é meu jeito de me proteger.
Mas o meu maior medo? Te perder.
E você... é tão perfeito. Tudo o que você faz, tudo o que você diz, tudo o que você é.
O jeito que você me olha, que me faz rir, que sussurra no meu ouvido que me ama. Todas aquelas lindas declarações que você escreveu, e ah... aquela linda rosa vermelha.
Todas as conversas e planos feitos... nosso casamento, a casa, os filhos, e até o animal de estimação.
Você é a pessoa perfeita pra mim.
Obrigada por aguentar a minha chatice todos os dias, todos meus dias de raiva, todas as crises e probleminhas que eu tenho.
E não tem como escrever tudo o que eu gostaria de falar.
São tantas coisas, tantos pensamentos e sentimentos atrapalhados...
Eu só sei que o meu coração bate a 10 mil por segundo quando te vê, e que se parte ao meio quando temos que nos separar.
Que eu tenho vontade de falar com você 24 horas e nunca mais largar. Vontade de ir até você e te dar o melhor abraço do mundo...
Eu só gostaria de dizer que eu te amo muito, e agradecer por ter entrado na minha vida.
Eu amo tanto você... só espero que você saiba disso.
8 de abr. de 2015
O anônimo
Hoje em dia com o aumento de redes sociais, aplicativos e
joguinhos inúteis fica difícil ter uma privacidade 100% completa. Na verdade
quem é que tem uma privacidade completa né?
O que tem me incomodado é que as pessoas acham que só por
que estão atrás de uma tela tem o direito de fazer o que quiserem. Elas acham
que não podem ser pegas ou pelo menos alcançadas.
Entrei nesse novo aplicativo (inútil admito), o KIWI.
Eu gostei do aplicativo. Você pode perguntar qualquer coisa
e a pessoa vai te responder se quiser. Legal pra quando você quer simplesmente
passar o tempo.
O problema é o anônimo, as pessoas não sabem usa-lo. Ou
sabem usar até demais.
A ideia desse anônimo é fazer perguntas que você realmente
gostaria de perguntar na vida real e não consegue. Afinal... quem nunca passou
por essa situação?
Querer saber de quem o menino mais bonitinho da sala está
afim, o que as pessoas acharam do seu novo corte de cabelo ou saber a opinião
das pessoas sobre aquela menina ridícula que entrou recentemente na escola... o
anônimo serve pra isso.
Mas existem aquele tipo de pessoa, que deveria ser
exterminado, que usa o anônimo para acusar, para ofender, para te fazer se
sentir menor.
É bullying virtual se você quiser classificar essa atitude
como séria.
Essas pessoas realmente não pensam direito no que fazem. Não
pensam que talvez, a pessoa que está do outro lado da tela pode se sentir
ofendida.
De acordo com alguns sites do Google, 40% dos adolescentes
do fundamental II estão envolvidos com o bullying na escola. Imagina pelo
computador, onde as pessoas que praticam o bullying tem muito mais poder e o
pior o anonimato.
Estão divulgando a vida pessoal de um monte de gente,
revelando segredos e se intrometendo na vida dos outros e tudo o que podemos
fazer é olhar...
Um desses comentários idiotas me atingiu, falou mal de alguém
que eu amo, falou mal das minhas escolhas, falou de tudo.
Não vou falar que revidei com uma resposta ainda mais
ofensiva, pois não foi o que eu fiz.
Esse tipo de pessoa quer a nossa atenção, quer que nós
revidemos com raiva para ele ter ainda mais motivos para nos atacar...
E você, o que faz?
A verdade é que você tem duas opções, dar ao anônimo o que
ele quer, respostas irritadas e a prova de seu desiquilíbrio ou você ignora.
Finge que nunca ouviu aqueles comentários, seja positivo e diga “isso não pode
me atingir” “ ele/ela não podem me atingir”. Afinal, se você teve uma escolha
quem é que pode opinar?
Sua vida, é você que toma as decisões, é você que julga o
que é certo ou errado, o bonito ou o feio, o bom ou o mal...
2 de abr. de 2015
Beijo roubado
Eu não sei o que aconteceu hoje, definitivamente bugou.
Estava pensando nas nossas conversas, em como você dizia estar ansioso pra me beijar e em todas as vezes que estive negando essa possibilidade.
Em algum momento, em frente as minhas amigas disse "não consigo", e então elas começaram a opinar.
Diziam que eu conseguiria, que eu deveria ter feito isso antes, e que fui burra de ter negado por tanto tempo.
Isso piorou aquele ódio que eu já tinha de mim mesma e de você por ter causado tudo isso.
Em algum momento, porém, explodi. A coragem subiu pelo meu corpo, levantei e disse "é agora".
Andei pelos corredores da escola até avistar você, foi ai que retrocedi. Eu definitivamente não podia fazer aquilo. Não ia, não naquela hora.
Não seria do jeito que eu imaginava, nunca seria.
Tive que pegar aquela coragem que tinha ido embora e comecei a caminhar em sua direção determinada a fazer o "proibido".
Tudo parou por alguns instantes, não pensava mais em tudo que eu tinha a perder, não me importava com as minhas amigas, tudo que eu ouvia era meu coração batendo desesperado já arrependido da minha escolha.
Então cheguei em frente à ele, fechei os olhos, e o beijei.
Senti sua boca encostada na minha.
Sinceramente eu não me lembro desse beijo.
Foi tudo tão rápido e espontâneo que nem parece que foi real.
Eu o beijei mesmo? Tipo.... de verdade?
Todos em volta estavam em choque, acho que ninguem imaginava isso. Minhas amigas achavam que eu não ia conseguir. E depois o povo vinha descobrir o que aconteceu e me parabenizar.
Eu só conseguia pensar "meu Deus, olha a idiotice que eu fiz".
Por mais que digam que foi sensacional ou "ok", vou me culpar por isso pro resto da vida.
Não era pra ter sido assim.
Estava pensando nas nossas conversas, em como você dizia estar ansioso pra me beijar e em todas as vezes que estive negando essa possibilidade.
Em algum momento, em frente as minhas amigas disse "não consigo", e então elas começaram a opinar.
Diziam que eu conseguiria, que eu deveria ter feito isso antes, e que fui burra de ter negado por tanto tempo.
Isso piorou aquele ódio que eu já tinha de mim mesma e de você por ter causado tudo isso.
Em algum momento, porém, explodi. A coragem subiu pelo meu corpo, levantei e disse "é agora".
Andei pelos corredores da escola até avistar você, foi ai que retrocedi. Eu definitivamente não podia fazer aquilo. Não ia, não naquela hora.
Não seria do jeito que eu imaginava, nunca seria.
Tive que pegar aquela coragem que tinha ido embora e comecei a caminhar em sua direção determinada a fazer o "proibido".
Tudo parou por alguns instantes, não pensava mais em tudo que eu tinha a perder, não me importava com as minhas amigas, tudo que eu ouvia era meu coração batendo desesperado já arrependido da minha escolha.
Então cheguei em frente à ele, fechei os olhos, e o beijei.
Senti sua boca encostada na minha.
Sinceramente eu não me lembro desse beijo.
Foi tudo tão rápido e espontâneo que nem parece que foi real.
Eu o beijei mesmo? Tipo.... de verdade?
Todos em volta estavam em choque, acho que ninguem imaginava isso. Minhas amigas achavam que eu não ia conseguir. E depois o povo vinha descobrir o que aconteceu e me parabenizar.
Eu só conseguia pensar "meu Deus, olha a idiotice que eu fiz".
Por mais que digam que foi sensacional ou "ok", vou me culpar por isso pro resto da vida.
Não era pra ter sido assim.
23 de mar. de 2015
O meu lar
Hoje eu entendi o real significado daquela frase popular (e meio clichê) “Nosso lar é onde vivemos agora” ou em outras versões “ nosso lar é onde está o nosso coração, e as pessoas que amamos”.
No tempo livre que eu passei na escola, resolvi vistar a minha sala do ano passado.
Parei em frente a porta. Já pensei em todos os momentos que passamos por lá, todas as segundas feiras que eu entrava de mal humor, e todas as sextas que eu ia embora com a dor no coração de não ver meus amigos no fim de semana.
Então resolvi sentar no meu lugar favorito, aquele que eu passei mais tempo e tive os melhores momentos e conversas ever.
Consegui imaginar o Pedro sentado no lugar atrás do meu, falando aquelas piadas horríveis que ele conseguia inventar sempre… consegui imaginar o Henry do meu lado dando em cima de mim todo santo dia…
E tem o Matheus também… acho que sentar perto dele foi para provar que eu sou uma pessoa muito paciente. KKK #desculpa
Todas as conversas idiotas, todas as vezes que ele pegava meu material e colocava no chão, ou quando ele roubava meu tênis e saia andando por ai. O dia em que ele quebrou a janela, ou gravou meu vídeo falando em espanhol.
Acho que ele é a pessoa que mais define meus bons momentos naquela sala.
Mas também tinham outras pessoas, o Guilherme que sempre me mandava calar a boca. O Victor que odiava o lugar dele. O Davi sentando em todos os lugares menos no dele. Minhas amigas do outro lado da sala ( e quase nunca vindo falar comigo ), o Daniel que sentava exatamente do outro lado da sala, o Gabriel que devia me odiar por que eu sempre dava tchauzinho pra ele no meio da aula, e ficava falando “ ahhh eu conheço o seu avô!” kkk tadinho dele, eu era muito chata com o pobre menino.
Todas as broncas que a Sonia nos deu, todos os chiliques do Romildo ou os surtos do Nelson… bons momentos naquela sala….
Mas agora vou direto ao ponto desse texto. A explicação da tal frase.
Ano passado eu entrava naquela sala e me sentia feliz, me sentia em casa, como se eu realmente tivesse encontrado um lugarzinho no mundo ( que não fosse meu quarto ou o sofá da sala). Não conseguia imaginar como seria no dia que saíssemos dali. Mas hoje quando eu entrei não tive esse sentimento. Por que hoje o lugar já não é mais o mesmo.
E cá estamos, no ano seguinte, 2015… em outra sala completamente diferente, com pessoas diferentes também.
E sabe de uma coisa? Eu também me sinto em casa nessa nova sala.
A “casa” não é importante devido à sua localização, ou seu espaço. E sim importante por que as pessoas (inclusive eu e você) estão lá, frequentando, fazendo desse lugar acolhedor.
19 de mar. de 2015
Um novo texto
Outro dia você reclamou que eu já não escrevia mais. Sobre você, sobre mim, sobre quem fosse.
E eu tentei fazer uma surpresa na semana seguinte. Seria o texto da minha vida, o melhor, o mais verdadeiro de todos. Sem ilusões e invenções. Apenas a realidade.
Depois de trinta minutos olhando para o Word em branco, percebi que alguma coisa estava errada. As frases que estavam na minha cabeça não pareciam se conectar, nada estava fazendo sentido.
Resolvi então escutar um pouco de musica para ver se a criatividade voltava, mas eu só conseguia me lembrar de todos os momentos que vivemos juntos. Os piores e os melhores.
O tempo passou tão rápido não é? Parece que foi ontem que eu sentei ao seu lado em uma aula chata e começamos a conversar.
E assim, sem maldade ou pressa, fomos nos conhecendo.
Você com essa mania boba de implicância, e eu com a minha de decifrar os sentimentos.
Acho que de tanto me ouvir falar da minha vida, você se tornou parte dela, de um jeito um tanto "especial".
Nós nos conhecíamos tanto que eu não precisava dizer nada, você já sabia.
Entre lutar ou perder e esquecer, eu escolhi tentar. Deixei as pistas espalhadas e esperei você segui-las. Sozinha, te olhava de longe, para não interferir.
É estranho, mas não consigo mais me lembrar de como eu era antes de você. E quando você pensou em partir me preocupei. Por isso minhas crises e minhas neuras.
Você me faz feliz como ninguém nunca fez, então eu já sinto sua falta antes mesmo de ir.
Você me ajudou a encontrar a pessoa que eu sou hoje, e isso te faz mais presente em mim do que qualquer outra pessoa.
Antes de terminar esse texto, gostaria que soubesse que eu só costumo escrever sobre coisas que eu quero deixar guardadas, e quer saber? Ainda não está na hora de fazer isso com nós dois.
E eu tentei fazer uma surpresa na semana seguinte. Seria o texto da minha vida, o melhor, o mais verdadeiro de todos. Sem ilusões e invenções. Apenas a realidade.
Depois de trinta minutos olhando para o Word em branco, percebi que alguma coisa estava errada. As frases que estavam na minha cabeça não pareciam se conectar, nada estava fazendo sentido.
Resolvi então escutar um pouco de musica para ver se a criatividade voltava, mas eu só conseguia me lembrar de todos os momentos que vivemos juntos. Os piores e os melhores.
O tempo passou tão rápido não é? Parece que foi ontem que eu sentei ao seu lado em uma aula chata e começamos a conversar.
E assim, sem maldade ou pressa, fomos nos conhecendo.
Você com essa mania boba de implicância, e eu com a minha de decifrar os sentimentos.
Acho que de tanto me ouvir falar da minha vida, você se tornou parte dela, de um jeito um tanto "especial".
Nós nos conhecíamos tanto que eu não precisava dizer nada, você já sabia.
Entre lutar ou perder e esquecer, eu escolhi tentar. Deixei as pistas espalhadas e esperei você segui-las. Sozinha, te olhava de longe, para não interferir.
É estranho, mas não consigo mais me lembrar de como eu era antes de você. E quando você pensou em partir me preocupei. Por isso minhas crises e minhas neuras.
Você me faz feliz como ninguém nunca fez, então eu já sinto sua falta antes mesmo de ir.
Você me ajudou a encontrar a pessoa que eu sou hoje, e isso te faz mais presente em mim do que qualquer outra pessoa.
Antes de terminar esse texto, gostaria que soubesse que eu só costumo escrever sobre coisas que eu quero deixar guardadas, e quer saber? Ainda não está na hora de fazer isso com nós dois.
(Adaptação da Cronica - "Um texto pra você" - Bruna Vieira)
27 de fev. de 2015
Ciumes
Argh!
Tudo isso é apenas ciumes.
Não suporto ver você longe de mim, perto de pessoas das quais não se importam com você como eu me importo. Não gosto do fato de você ter amigas que eu não conheço, mas que te fazem feliz.
Não gosto quando fala das coisas legais que fez no fim de semana pois meu desejo era ter passado esses momentos com você... (mesmo que eu não saiba andar de skate e não goste de açaí).
Ciumes por que eu sei que pra você sou só mais uma, e não a mais especial.
Ciumes de ver as pessoas te fazerem rir, de quando você sorri para outra garota.
Ciumes de tudo e de todos. Vai ver é por que eu gosto de você.
Eu paro e penso que tive, nem que por um segundo, você inteiro só pra mim. Sem a necessidade de dividir com ninguém.
Vejo agora que eu desperdicei essa oportunidade por pessoas, que hoje, não fazem a menor diferença na minha vida.
Mas você.... faz toda a diferença.
Ninguém pode te amar como eu te amo, te ajudar como eu quero ajudá-lo, te ouvir sem você saber que eu estarei sempre aqui para escutar.
Ciumes...
19 de fev. de 2015
Silencio
Hoje resolvi fazer um juramento.
Não sei se conseguirei manter a palavra, se irei me lembrar do que prometi.
Esse juramento nada mais é do que minha forma de manter a paz.
Vocês podem achar isso ridículo, ou nada mais do que minha pura obrigação, mas pra mim é importante.
Prometo que a partir de hoje 19.02.2015 não conto mais nada para ninguém.
Não vou contar o que acontece na minha vida, não vou contar os pequenos detalhes sobre os "boys magia" (como diria o M ), definitivamente não contarei mais nada que envolva outras pessoas.
E então vocês me perguntam o porquê disso e a resposta é simples:
EU NÃO CONFIO EM MAIS NINGUÉM.
Típica frase de adolescente, eu tô sabendo.
Mas as pessoas sempre quebram a nossa confiança, sempre nos decepcionam, e depois aparecem com aquela (
Cansei disso sabe?
Nunca fui do tipo cheia dos amigos, e quando, pela primeira vez, acho que encontrei os melhores amigos do mundo, eles nos decepcionam.
Mas também não gosto de me intrometer na vida dos outros, pra mim, pequenos detalhes e segredos não são tão importantes. Se quiser contar, conte. Caso contrario, ok. Não vou ficar implorando.
Algumas amigas não vão gostar desse "juramento", como por exemplo a Gi ou a Ana.... (me desculpem por isso)
Mas chega, isso tudo acaba aqui.
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