30 de jul. de 2016

As músicas do momento (o meu, claro)

Olá pessoinhas! Hoje o "texto" é diferente. Vou colocar umas músicas (ou suas letras) aqui para vocês. Músicas que tem um significado, ou não, que me fazem chorar ou dançar na hora de escovar os dentes. Músicas que tem me animado, e me incentivado nos 2 quilômetros (ida e volta) que me separam da academia ou do curso de fotografia.
Deixo aqui então essas músicas, façam o que quiser com isso.

Tears - Clean Bandit
"Tentei tanto fazer você me querer  Mas não fomos destinados a estar juntos E a verdade vai sempre me assombrar //  E eu estou gritando seu nome em voz alta Por que você quer me fazer passar dor? Tenho a sensação que nunca vou escapar Eu não posso esconder a vergonha de você // Lágrimas no chão, lágrimas no travesseiro Você não vai me derrubar Eu vou te esquecer Essas lágrimas vão fazer passar. " 

Ride - Twenty one pilots 
Essa música eu gosto mais por causa da vibe que ela passa. Mas se você der uma olhada na letra ela tem umas frases muito interessantes. (Mas não vou colocá-las aqui por que pra mim não tem um significado wow). 

Lush Life - Zara Larsson
"Eu vivo meu dia como se fosse o último Vivo meu dia como se não houvesse passado // Foi uma paixão Mas eu não conseguia, não conseguia ter o suficiente Foi precipitado Então eu desisti // Eu caio e me levanto É isso que importa Voltando ao bom humor."



Bem, é isso, curta a "playlist" de três musicas que criei. Se quiser ouvir mais desse tipo, entra no spotify e escuta a playlist deles: Chiclete. Tenho amado muito.... 

28 de jul. de 2016

Por que ainda está aqui?

Por que você ainda está aqui? Por que ainda não foi embora? Por que meus 'amigos' falam com você como se nada tivesse acontecido? Por que volta e meia me deparo com seu Facebook adentrando minha time line?
Se não me engano, e não me for falha a memória, você tinha feito todo aquele discurso de "tenho que me esquecer daqui, de tudo e de todos". Tal discurso que estraçalhou meu coração de todas as maneiras, que me fez chorar horas sozinha e implorar para não ser esquecida. Uma possibilidade que hoje eu desejaria ter sido real.
Lutei contra mim e meus próprios pensamentos para enfim aceitar sua partida, tentei me apegar apenas às palavras bonitas para só então descobrir o bem que faz ouvir a realidade.
Para mim você realmente partiu. Deixou de ser a pessoa que eu achava que era, não cumpriu a única promessa que me fez. O cara por quem um dia fui completa e perdidamente apaixonada realmente se foi. Ele não está apenas a milhas de distância, ele sumiu da terra.
E o que restou então?
Resta um nome que vai para sempre me assombrar, que vai aparecer comentando postagens de amigos ou que vai ser sussurrado em conversas no corredor. Restou a memória, os flashbacks de momentos bons, a familiaridade de lugares que costumávamos frequentar e hábitos que você implantou em mim.  Restaram também as fotos, as cartas, os textos apaixonados e os presentes, coisas que jamais irei me desfazer, mas que serão para sempre estacas no meu coração.
Não te conheço mais, não sei se te reconheceria na rua, ainda estou tentando conhecer a pessoa que me tornei sem você. Estivemos juntos por dois anos, e apenas os 7 meses que se passaram com sua ausência já me mostram que não somos quem eu achávamos que era, jamais seremos novamente.
Estou em busca de quem eu sou, de quem eu quero ser. Mas toda vez que descubro que você ainda fala com os meus amigos eu me sinto enganada, substituída, inútil e completamente invisível. Isso é o que sua aparição me causa, então sutilmente te pergunto: Por que ainda não foi embora?

24 de jul. de 2016

Almoço de família

Hoje almocei pela primeira vez na casa de um namorado, não só com os pais/irmãos, mas com a família toda. Literalmente um tradicional almoço de família.
Muita gente passando da cozinha para a sala, muita comida girando na mesa e surgindo mais da geladeira, conversas do lado de lá conversa do lado de cá, risadas altas e aquelas discussões bestas que qualquer família tem.
Eu estava lá sentada no sofá, do lado dele claro, apenas observando o andar das coisas, pensando naquela mistura de pessoas que é (em parte) responsável pela pessoinha que eu amo, que está lá com ele quando eu não posso estar. Pensei em todo aquele ambiente familiar, como se parece com o meu e ao mesmo tempo como é tão diferente. Como famílias podem ter seu jeito louco, barulhento e unido de ser.
E eu estava nervosa, muito para ser BEM sincera. Um pânico subia pelo meu estômago, na hora de cumprimentar as pessoas eu prendia o ar, o nervoso devia estar aparecendo na minha cara mas eu me esforçava ao máximo parecer confortável e apresentável. (Falando em apresentável, queria ter ido com a minha botinha!)
Eu exagerei um pouco no quão nervosa eu estava, na verdade não foi tão ruim quanto eu achei que seria, não foi ruim. Ele também estava nervoso, com medo de ser zoado pela família, com medo do meu medo e preocupação.
No fim ficou tudo bem, almoçamos bem, vimos um filme com algumas pessoas, comemos bolinho de chuva na cozinha fofocando com a tia e o primo. Saímos da casa todos juntos para ver a tocha olímpica passar, brigamos por umas coca-colas e rimos por coisas bestas, eu ri, eles falavam as coisas bestas.
Fiz uma amizade lá eu acho, namorada de um primo, não chamo de AMIZADE mas alguém que me entendia, alguém que sabia o nervoso que eu estava passando, que passou por isso, com aquela família. (Quantas namoradas dele será que já foram lá, assim, passou pela mente agora... A gente supera, ok.) Sabe, minha mãe não me ajudou muito nesse momento, nem minha melhor amiga, minha mãe seja por que não quis se intrometer, e minha amiga por nunca ter conhecido pais de namorados, mas eu acho que eu precisava de ajuda de alguém.
De qualquer modo, superei esse desafio de “once in a life time” mas gostaria de dizer uma coisa muito importante: Amor, vai ter volta!! Muahahah (Mentira <3)
Depois que tudo estava estável eu tive que voltar para minha casa, meu mundinho, e isso foi triste... Eu teria ficado mais, queria que todos ficassem um pouquinho mais... ( E eu devia ter comido mais do bolinho de chuva, estava > Incrivelmente < bom.
Obrigada família que não é minha, obrigada.



14 de jul. de 2016

Amizades

Fazer amizades sempre foi um negócio complicado para mim. Digamos que eu sei que não sou a pessoa de mais fácil convivência e simpatia. Nunca fui o tipo extrovertido de criança que conquista qualquer um com uma piadinha e um sorriso, tenho um humor complicado.
Não sou perfeita, ninguém é, tenho meus defeitos, vários por sinal. Vocês acham que eu não sei? Acham que eu não gostaria de ser uma pessoa um pouco mais agradável? 
Amizades, para mim, são mais difíceis que relacionamentos e família. Você tem que confiar pura e cegamente nas pessoas que escolhe e esperar que elas façam o mesmo. Tem que saber escutar e dizer a coisa certa na hora certa. Tem que ter coragem de se mostrar, de exibir sua essência, seu verdadeiro eu. Abrir mão da suas coisas pela felicidade do outro, pagar mico e dizer coisas estúpidas em busca de um sorriso, na tentativa de aliviar uma dor, um peso. 
Ter amigos significa ter responsabilidade e o dever de estar lá quando precisarem de você. 
E no meio de muitas decepções, de muita falsidade e mentiras vazias você acaba descobrindo suas verdadeiras amizades, que você acha que serão eternas, que você espera ter ao seu lado. 
Dizem que bons amigos você conta em apenas uma mão. Eu não preciso de uma mão inteira para saber quem eu realmente considero amigo, só quatro dedos, hoje talvez só um. Três eu agrupei, para que fôssemos unidas de verdade, para que sempre servíssemos de suporte uma para a outra. 
Sabe, eu vou a lugares novos em busca de uma possível amizade, me deparo com várias pessoas de jeitos, estilos e idades diferentes. E eu julgo elas. 
Não por maldade, não por me achar melhor e nem para desprezá-las. Eu as julgo pois, só de olhar ou de ouvir suas vozes, eu sei que elas não chegariam à altura das amigas que eu tenho. Elas jamais serão o que vocês foram e são para mim. 
Ultimamente eu tenho me sentido abandonada, esquecida, pelas minhas amigas. Pensei que isso poderia ser um reflexo da atenção que tenho dada para elas (que eu sei que não tem sido muita). Tenho tentado correr atrás, marcar encontros, saídas ou passeios para que possamos nos encontrar. Tenho mandado mensagem na esperança de reativar o grupo, que tinha como objetivo nos unir. Estou tentando, de verdade, de todas as maneiras que eu conheço, mas só tenho recebido nãos, desculpas esfarrapadas e vácuos, das pessoas que eu mais amo. Minha família por opção. 
Meu esforço não está sendo notado!! O que eu preciso fazer para que vocês notem? Para que vocês saibam o amor que eu tenho por vocês? 
Esse texto é a minha mais desesperada forma de tentar mostrá-las o que eu sinto, o que eu queria dizer e não consigo. Não é só um brownnie com Nutella. Não é só um filme de terror. Não é só um papo furado. Não é só uma tarde na minha casa. Não é só uma festa do pijama!!!! 
São vocês!! 
São vocês que eu quero, nossos segredos, crushes, amores, inimigos e risadas sem sentido. Nossos abraços, fotos e snaps. Nossa parceria, loucura e cumplicidade. Não tô em busca de companhia, tô em busca das minhas melhores amigas, das minhas confidentes e parceiras de crime. 
Eu só quero você, nem que por 12 horas. Mas vocês e eu, juntas... É pedir muito?? 



10 de jul. de 2016

A lista da felicidade

As vezes nos vemos infelizes com nossas vidas. Com a rotina, a escola, a família, os amigos e até mesmo com os amores. Ficamos refletindo sobre tudo que aconteceu e tem acontecido durante certo período de tempo e tentamos encontrar onde foi que erramos.
Será mesmo que erramos? 
Passamos um número incontável de horas tentando culpar tudo e todos a nossa volta. Nossos pais que nos colocaram na escola errada, uma amiga que te afastou daquele grupinho que ela não gostava, seu namorado que te impediu de conversar com pessoas que você passava o dia inteiro conversando. Criticamos o destino, a condição social e as vezes até nossa própria genética, tudo parece ser um bom motivo para nosso fracasso e nossa infelicidade. 
Na maioria das vezes nós temos a total certeza do que está causando nossa infelicidade. Pode ter sido uma escolha feita meses atrás que só agora está tendo consequências, pode ter sido muito tempo investido em coisas que não valiam nem uma fração de segundo. Sabemos o que nos torna infelizes e se sabemos a causa por que não corrigimos o erro? 
Essa semana eu terminei um livro muito interessante e completamente diferente de todos os romances bobos e perfeitos que eu leio, se chamava A Lista de Brett. O livro conta a história de Brett, uma moça com aproximadamente 30 e poucos anos que acaba de perder sua mãe, que também era sua melhor amiga. No dia que ela e seus irmãos foram chamados para receber a herança Brett tem uma grande surpresa, sua mãe só havia permitido a entrega de sua herança se ela realizasse todos os sonhos de uma antiga lista que escreveu aos 14 anos. 
Obviamente a ideia parece absurda, ela teria que refazer completamente sua vida, começar do zero, destruir relações antigas para criar novas. Mas para que? Muito tempo se passou, seus sonhos não são mais os mesmos.. É a teoria que ela quer defender com todas as suas forças. 
Não querendo dar Spoiler, porém dando um pouco, digo que Brett começa a seguir a lista. E com isso percebe tudo que estava errado na sua vida. Suas amigas não eram as amigas certas, seu namorado não era sua verdadeira paixão, sua casa luxuosa não era necessária para fazê-la feliz. 
E se ela sabia de tudo isso, aos 14 anos, o que aconteceu com ela durante todo esse tempo? O que a fez desistir de todos seus reais e mais puros sonhos?? 
A conclusão que eu acabei chegando é que vamos nos acomodando. 
Nos acomodamos com a rotina chata, com as notas medianas da escola, com o grupinho de amigos de infância, com aquele relacionamento de meses que já não é mais mágico como achávamos no inicio, com as roupas sem graça, com o estilo pacato, com a família que Deus nos deu. 
Vamos nos acomodando a ponto de esquecermos o que antes parecia uma vida ideal, esquecemos como um sorvete no meio da tarde de terça feira pode tornar alguém mais alegre, esquecemos que ajudar os outros pode ajudar à nós mesmos, esquecemos de todos os planos que queríamos e achávamos tão necessários para nossas vidas. 
 Então eu fico me perguntando, a menina que eu era há um ano atrás se alegraria com a que sou hoje? E a que eu era há cinco anos atrás, também? Será que estou vivendo os sonhos que eu considerava tão importantes? Será que realizei alguma coisa das minhas "metas de vida"? 
Eu tenho uma lista, de coisas "impossíveis" que eu gostaria de fazer. E se eu parar para pensar bem, não são coisas impossíveis, pessoas as realizam o tempo todo! Por que não eu? 
Acho que todos nós precisam de um verdadeiro empurrão, de algo que nos relembre todos os dias do que queríamos, de algo que nos faça ver tudo que está errado na nossa vida e que nós podemos mudar, só depende da nossa atitude. 
Para que vamos nos acomodar com o que não nos trás alegria, se podemos sofrer um pouquinho na grande jornada da busca pela felicidade? 


7 de jul. de 2016

Fotos

Eu tenho um mural de fotos no meu quarto, na parede principal. Se você entrar no quarto ele estará logo na sua frente, se você se deitar na minha cama irá dormir olhando para ele, se você se olhar no espelho do armário ele estará lá refletido. Constantemente no meu olhar, me lembrando de acontecimentos e grandes momentos do passado.
Ontem, meu presente estava encarando aquela grande quantidade de passado, pensando naqueles momentos, tentando trazer novamente à memória as coisas que mais sinto falta. Enquanto olhava, passeava pelas histórias, pelos bastidores daquelas fotos, lembrava de todos os sentimentos omitidos por trás daquele meu sorriso.
Muito mudou, na verdade, tudo mudou.
As pessoas, as amizades, os passeios, os aniversários, as turmas e eu mesma. Nada está como era antes. As amizades que eu achei que teria para sempre, hoje estão separadas. Cruzam comigo no corredor e é como se nunca tivéssemos sido amigos, como se nunca tivéssemos passado meses e meses de recreio um na companhia do outro, como se os segredos e os desabafos nunca tivessem sido contados. Amigos que eu esperava ter criado uma intimidade, que esperava ter feito a diferença na vida deles, que esperava ter sido notada.
Pessoas que entram na nossa vida e em um simples piscar de olhos já se foram. Pessoas que prometem ficar para sempre e não se dão nem ao trabalho de dizer adeus quando resolvem partir. Pessoas que sorriem para as fotos como se aquela alegria fosse durar para sempre.
Já diria o Ed que "Deveriamos manter as memórias nas fotografias, onde os olhos nunca se fecham, os corações nunca serão partidos e o tempo ficará parado para sempre." Sim, aquela memória estará sempre ali, aquele momento estará para sempre marcado. Mas nós sabemos o que aconteceu depois daquela foto. Nós sabemos dos olhos que se fecharam, dos corações que foram partidos. Nós sofremos com o depois, sofremos ao olhar aquela foto e pensar que nada será igual.
Então, depois de tanto analisar, eu me perguntei: por que eu não tiro essas fotos e coloco algumas atuais?
A resposta eu não sei ao certo. Parte de mim gosta de ver o passado, gosta de reviver os momentos através das fotografias. Mas outra parte de mim sabe, que o que nesse exato momento é atual amanhã pode ser apenas outra lembrança qualquer, grudada na parede do meu quarto.

6 de jul. de 2016

Querida ex...

Quantas vezes você já se perguntou o por que de estar aqui? Loucura né? Claro que já tive vontade de ir embora, mas né... Ainda resta esperança.
Ultimamente a coisa que me afetou foi saber que tudo pelo que eu luto para construir talvez não passe de uma mentira.
Existem muitos tipos de pessoas que nos fazem mal, mas o pior tipo é aquela que se diz ser a unica a suportar você, a unica que vai aceitar suas loucuras, suas doenças, sua família, seu status e todos seus outros problemas.
"Ela não gosta de você, só tá querendo te usar para esquecer outro alguém." Dizem, e ainda continuam: "Seus amigos não são amigos de verdade, eles não te ajudariam, te deixariam na mão.".
E bem, eu realmente acho que ela gosta de mim, e eu dela. Sinto muito em te dizer isso, mas eu acho que posso ser feliz com ela e com meus novos amigos que você odeia.
Já chega! Não acredito que você seja a unica que me aceita.
Você diz me aceitar, mas estou cansado de ser pisado por você. Estou bem sem você.
E o nosso término, não foi por acaso. Foi por que eu me apaixonei perdidamente por ela, e eu nunca senti isso por você. Eu não penso em você, e não sei se ela ainda pensa no ex, mas não vou deixar isso se tornar um obstáculo para mim.
Ah, quase me esqueci, quando estou com ela eu não me pergunto o por que de estar aqui. Só, parece não importar a resposta. Eu a amo, é nisso que importa agora.

Autor: Desconhecido para vocês, um leve conhecido para mim.


1 de jul. de 2016

Eu queria ter dito

Hoje eu queria ter dito “eu te amo”.
Depois você ter sumido do lugar onde combinamos nos encontrar, depois de eu ter andado 2 quarteirões atrás de você, de ter te ligado e sido levada para a caixa postal do seu telefone. Depois de eu ter me preocupado com você, de ter notado o quão importante você é para mim, eu queria ter dito as 3 famosas palavras.
Queria ter olhado no fundo de seus lindos olhos castanhos logo após de tê-lo encontrado, logo após de ouvir você se desculpar pelo susto, e conseguido dizer o que eu sentia. O que transbordava por mim naquela hora.
Queria ter dito o que eu já tinha tentado dizer algumas outras vezes, mas nunca de um jeito tão verdadeiro como hoje. Queria poder me expressar, expressar o alívio e a alegria de tê-lo.
Queria ter dito, devagar e com calma, para você entender bem.
Mas eu não disse. Não pude dizer.
Não disse pois temo que isso te assuste, ou pior, que não seja correspondido. Sei que você não é do tipo de cara que se apaixona perdidamente, que vai se comprometer e gastar um tempo da sua vida dedicado a uma pessoa só. Sei que você não está pronto para ouvir isso de alguém, de ninguém. Sei que você se assustou da última vez que te disseram isso, que fugiu. Por isso eu não podia dizer, por isso eu não disse.
Muito aconteceu conosco, relacionamentos meio falidos e dores emocionais. Eu, particularmente, não estava pensando em me apaixonar tão cedo, não estava querendo seguir em frente, e não pretendia esquecer o amor anterior. Não achei que encontraria sentido nessa frase novamente, quando achei que ela tinha sido usada em vão por outro alguém. Não achei que seria possível sentir algo por você quando eu me esforçava tanto para não criar expectativas.
Mas hoje eu “te perdi” por uma fração de minutos e foi uma sensação horrível, uma sensação que eu não gostaria de ter novamente, por mais que isso seja inevitável. Hoje, eu notei o quanto eu gosto de você e nem sabia. Não sei se você lê/leu meu blog, não sei se tem alguma noção de quão confusa e emocionalmente maluca eu sou, não sei se já teve a oportunidade de olhar minhas palavras e fugir, mas se teve, ou está lendo isso agora, desculpa.
Não estou pedindo desculpa por ser assim, ou me sentir assim, estou pedindo desculpa por exagerar, por criar momentos mais bonitos na minha cabeça, por escrever sentimentos que eu não consigo pôr para fora.

Mas hoje eu peço desculpa a mim mesma. Por não ter a coragem suficiente de dizer o que eu sentia em alto e bom som.