Na TV, vejo pessoas com superpoderes, com a capacidade de fazer ou transformar qualquer coisa. Podem ficar invisíveis, podem ter extra-força, podem transformar algo em pedra, podem voar ou até serem extremamente mais inteligentes. Poderes, que podiam ser muito uteis ou capazes de destruir a terra.
As pessoas tem uma mania ruim de iludir crianças perguntando a elas qual superpoder gostariam de ter, minha resposta para essa pergunta seria controle.
Gostaria de ter o controle das situações da vida, do dia a dia. Saber o que as pessoas estão ou irão fazer. Poder ter o controle do futuro, para me prevenir, e assim não me desapontar ou sofrer com as coisas da vida.
Acho que um dos piores sentimentos do mundo é olhar para sua vida de modo geral e notar que você já não tem o controle de nada. Que não há mais nenhuma coisa que se possa fazer, por mais que você se esforce.
Esse tipo de poder poderia causar efeitos ruins, poderia precipitar os acontecimentos e estragar coisas boas. Poderia destruir relacionamentos, famílias e até você mesmo, mas, na minha opinião, traria um pouco de paz.
A paz que você gostaria de ter ao se deitar hoje de noite e já saber o dia de amanhã, já ter certeza dos acontecimentos e já poder se preparar piscicologicamente para futuros sentimentos.
Ficar imaginando como seria se eu tivesse essa capacidade, como eu disse no inicio do texto, é apenas ilusivo. É ruim, pois eu sei que jamais vai acontecer. Mas pelo menos sobre isso eu tenho algum controle, o controle da imaginação.
Mostrando postagens com marcador desabafo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador desabafo. Mostrar todas as postagens
27 de dez. de 2015
21 de dez. de 2015
Confidências
Eu tinha as minhas amigas, eram minhas confidentes, eu contava tudo pra elas... Mas não me sentia 100% bem, elas me conheciam a muito tempo, viram várias personalidades que eu tive, por isso não achava que eram capazes de entender tudo o que passava comigo.
Então eu conheci ele, primeiro como um colega de classe, depois como um amigo, e por fim como alguém que sabia me entender, que me conhecia melhor que ninguém é que eu não conseguia mais viver sem.
Eu podia ser completamente real, completamente eu mesma. Ele poderia me julgar, sim, mas não baseado no que eu fui e mas sim no que eu era.
Então, hoje me deparei aconselhando uma amiga, com a seguinte frase: a partir do momento que você se abre para uma pessoa, conta seus segredos e seus problemas mais pessoais, você cria uma relação com essa pessoa. Querendo ou não, agora vocês são conectados.
E essa conexão ocorreu comigo e com ele. Cada um pode interpretar essa conexão de um jeito diferente, amorosa, familiar ou normal. Nós demoramos pra entender a nossa conexão... Mas isso, é outra história.
Eu só sei que eu contava tudo para ele, problemas com meu irmão, com as minhas amigas, com a minha família, e com o garoto que eu gostava.
Na hora, eu não me toquei que ele tinha sentimentos por mim, e eu por ele. Mas eu desabafava, contava as coisas, e ficava esperando pelos aconselhamentos dele... E deve ter doido, assim como doía em mim não saber o quanto eu amava ele.
Mas eu pensei, que muitas pessoas fazem isso... Muitas pessoas desabafam, contam e compartilham segredos, e pensando na confiança que é necessária esquecem que sentimentos estão envolvidos...
Desculpa, por não notar...
Mas sabe? Era em você que eu confiava, era com você que eu me sentia bem, era com você que eu tinha a minha melhor versão de pessoa... Obviamente, você era a pessoa com quem eu queria estar, mas que eu ainda precisava entender o que sentia.
16 de dez. de 2015
Discurso de formatura, ou desabafo.
Senhores pais, amigos e professores...
Ok, não fui escolhida para a oradora da turma, mas eu tenho,
sim, algo a dizer.
Quem diria que já se passou tanto tempo... pode parecer
pouco, para quem já tem o triplo da nossa idade, mas para mim é quase a vida
inteira.
Sempre me contaram a história de uma pequena garotinha que
sempre via seu irmão mais velho indo para a escola, e mesmo sendo ainda muito
cedo ela pedia frequentemente para ir junto. Prazer, eu.
Aqui, alguns trechos de relatórios das professoras: “ Chorou
bem pouquinho ao se despedir da mamãe, mas depois parou e saiu para brincar” “Letícia
gosta de correr por todo o pátio e saltar dos murinhos” “Uma criança alegre e
muito animada” “Possui um amplo vocabulário (maternal I) ” “Fica feliz de impor
seus desejos”... Olhando assim, vejo o quanto eu cresci e agora está tudo
diferente.
Pode não parecer, mas sobreviver no fundamental é um
desafio. As pessoas são más, falsas e muitas vezes aproveitadoras. Mas você
sempre acaba encontrando um amigo de verdade no meio desse caos.
Amigos são a maior prova de metamorfose, nossos gostos
mudam, logo nossos amigos também. Brigas sem motivos acontecem e acabam
separando aquela pessoa que você considerava sua “bff”, apenas as fortes
amizades sobrevivem.
Hoje paro e olho, 12 anos na mesma escola... o que aprendi
com tudo isso?
Sim, pessoas vêm e pessoas vão. Algumas marcam você
profundamente, e outras você nem se dá conta de que já foram embora. Agora,
nessa formatura, muitos vão seguir outros caminhos, muitos que eu realmente amo
vão fazer falta por aqui.
E vou dizer que tenho medo. Medo do futuro, das decisões que
teremos que tomar, do dobro de responsabilidade que vamos ter, medo de como
vamos seguir em frente por conta própria.... O futuro é desconhecido, isso
assusta.
Mas sabe de uma coisa? Eu não vejo a hora disso tudo acabar,
virar mais uma “pagina do livro da vida” e poder escrever as coisas diferentes
agora, ir para o grande ENSINO MÉDIO.
Na verdade, nem sei por que as pessoas fazem disso uma
grande coisa, como se fosse a maior conquista do universo... “Parabéns, vocês
passaram para O ensino médio. ” Afinal, passamos do 5º para o 6º, e do 8º para
o 9º.... por que ninguém se importa tanto com isso?
Ok, não importa.
Formar-me, será apenas uma forma de eu mostrar para mim
mesma o quanto eu trabalhei para chegar até aqui. (Claro que com algumas
ajudinhas: professores, Google, pais, amigos, Google, dicionários.... Eu já
disse Google??) (Brincadeira) (Ou não)
E por mais que eu não ache a matemática linda, como diria a
Sonia, não tenha idade para ser chamada de “Senhores”, não entenda uma só
palavra de física que o Henady diz, e não preste muita atenção nas aulas de
biologia... tenho o orgulho de estar me formando.
19 de mar. de 2015
Um novo texto
Outro dia você reclamou que eu já não escrevia mais. Sobre você, sobre mim, sobre quem fosse.
E eu tentei fazer uma surpresa na semana seguinte. Seria o texto da minha vida, o melhor, o mais verdadeiro de todos. Sem ilusões e invenções. Apenas a realidade.
Depois de trinta minutos olhando para o Word em branco, percebi que alguma coisa estava errada. As frases que estavam na minha cabeça não pareciam se conectar, nada estava fazendo sentido.
Resolvi então escutar um pouco de musica para ver se a criatividade voltava, mas eu só conseguia me lembrar de todos os momentos que vivemos juntos. Os piores e os melhores.
O tempo passou tão rápido não é? Parece que foi ontem que eu sentei ao seu lado em uma aula chata e começamos a conversar.
E assim, sem maldade ou pressa, fomos nos conhecendo.
Você com essa mania boba de implicância, e eu com a minha de decifrar os sentimentos.
Acho que de tanto me ouvir falar da minha vida, você se tornou parte dela, de um jeito um tanto "especial".
Nós nos conhecíamos tanto que eu não precisava dizer nada, você já sabia.
Entre lutar ou perder e esquecer, eu escolhi tentar. Deixei as pistas espalhadas e esperei você segui-las. Sozinha, te olhava de longe, para não interferir.
É estranho, mas não consigo mais me lembrar de como eu era antes de você. E quando você pensou em partir me preocupei. Por isso minhas crises e minhas neuras.
Você me faz feliz como ninguém nunca fez, então eu já sinto sua falta antes mesmo de ir.
Você me ajudou a encontrar a pessoa que eu sou hoje, e isso te faz mais presente em mim do que qualquer outra pessoa.
Antes de terminar esse texto, gostaria que soubesse que eu só costumo escrever sobre coisas que eu quero deixar guardadas, e quer saber? Ainda não está na hora de fazer isso com nós dois.
E eu tentei fazer uma surpresa na semana seguinte. Seria o texto da minha vida, o melhor, o mais verdadeiro de todos. Sem ilusões e invenções. Apenas a realidade.
Depois de trinta minutos olhando para o Word em branco, percebi que alguma coisa estava errada. As frases que estavam na minha cabeça não pareciam se conectar, nada estava fazendo sentido.
Resolvi então escutar um pouco de musica para ver se a criatividade voltava, mas eu só conseguia me lembrar de todos os momentos que vivemos juntos. Os piores e os melhores.
O tempo passou tão rápido não é? Parece que foi ontem que eu sentei ao seu lado em uma aula chata e começamos a conversar.
E assim, sem maldade ou pressa, fomos nos conhecendo.
Você com essa mania boba de implicância, e eu com a minha de decifrar os sentimentos.
Acho que de tanto me ouvir falar da minha vida, você se tornou parte dela, de um jeito um tanto "especial".
Nós nos conhecíamos tanto que eu não precisava dizer nada, você já sabia.
Entre lutar ou perder e esquecer, eu escolhi tentar. Deixei as pistas espalhadas e esperei você segui-las. Sozinha, te olhava de longe, para não interferir.
É estranho, mas não consigo mais me lembrar de como eu era antes de você. E quando você pensou em partir me preocupei. Por isso minhas crises e minhas neuras.
Você me faz feliz como ninguém nunca fez, então eu já sinto sua falta antes mesmo de ir.
Você me ajudou a encontrar a pessoa que eu sou hoje, e isso te faz mais presente em mim do que qualquer outra pessoa.
Antes de terminar esse texto, gostaria que soubesse que eu só costumo escrever sobre coisas que eu quero deixar guardadas, e quer saber? Ainda não está na hora de fazer isso com nós dois.
(Adaptação da Cronica - "Um texto pra você" - Bruna Vieira)
19 de fev. de 2015
Silencio
Hoje resolvi fazer um juramento.
Não sei se conseguirei manter a palavra, se irei me lembrar do que prometi.
Esse juramento nada mais é do que minha forma de manter a paz.
Vocês podem achar isso ridículo, ou nada mais do que minha pura obrigação, mas pra mim é importante.
Prometo que a partir de hoje 19.02.2015 não conto mais nada para ninguém.
Não vou contar o que acontece na minha vida, não vou contar os pequenos detalhes sobre os "boys magia" (como diria o M ), definitivamente não contarei mais nada que envolva outras pessoas.
E então vocês me perguntam o porquê disso e a resposta é simples:
EU NÃO CONFIO EM MAIS NINGUÉM.
Típica frase de adolescente, eu tô sabendo.
Mas as pessoas sempre quebram a nossa confiança, sempre nos decepcionam, e depois aparecem com aquela (
Cansei disso sabe?
Nunca fui do tipo cheia dos amigos, e quando, pela primeira vez, acho que encontrei os melhores amigos do mundo, eles nos decepcionam.
Mas também não gosto de me intrometer na vida dos outros, pra mim, pequenos detalhes e segredos não são tão importantes. Se quiser contar, conte. Caso contrario, ok. Não vou ficar implorando.
Algumas amigas não vão gostar desse "juramento", como por exemplo a Gi ou a Ana.... (me desculpem por isso)
Mas chega, isso tudo acaba aqui.
17 de fev. de 2015
E agora?
Eu nem sei por onde começar, eu não estou preparada pra
isso.
Eu ouço o nome dele e meu coração já não funciona do jeito
correto, tenho vontade de sorrir, de chorar, de abraça-lo e sair correndo.
Talvez eu ainda não tenha superado o que aconteceu ou talvez
eu ainda não esteja pronta pra sorrir e fingir que eu estou melhor do que
nunca.
Por algum motivo ou razão eu não consigo esquece-lo, tudo me
faz lembrar das frescuras que ele tinha. O cheiro de camomila, uma blusa de
super-heróis, musica sertaneja, estampas de boquinhas... é difícil esquecer
quando tudo isso está a sua volta.
Não sei como vou suportar vê-lo todos os dias, não me
imagino feliz sabendo que ele estará por perto.
E ao mesmo tempo não consigo imaginar uma vida sem ele.
Afinal... foram tantos anos juntos, compartilhando o mesmo ambiente, as mesmas
situações, os “mesmos” amigos...
Nessas horas eu gostaria de ter alguém que me explicasse
qual é o real sentido disso tudo. Por que eu realmente não entendo.
Não acho que eu possa aceita-lo de volta como se nada
tivesse acontecido, mas também não posso me despedir ou ignorá-lo para sempre.
Acho que não tem uma saída para esse tipo de problema, ou eu
enfrento, ou eu enfrento.
17 de jan. de 2015
Confesso que sou idiota
Não sei vocês, mas sou do tipo de pessoa que se envolve profundamente em qualquer situação ou motivo.
Uma amizade, um segredo, uma paixão, uma briga... Aquele tipo de pessoa que transforma tudo em drama.
Com esse tipo de atitude o mínimo que posso esperar são decepções, e não do tipo pequenas, me refiro à grandes decepções.
Sou daquele tipo de pessoa que sofre muito por causa de uma briga ou de um simples vácuo no Whattsapp, que transforma uma pequena tristeza em um desastre mundial.
É nessas horas de explosão digo a mim mesma que nunca mais vou desculpar a pessoa que me magoou, que nunca mais irei olhar para ela/ele.
Bloqueio nas redes sociais e tento criar um ódio profundo por essa pessoa, tento esquecê-la e admitir que estou melhor sem ela.
Tudo ótimo, a tática de ódio funciona, até o certo momento que bate a saudade, que as memórias retornam à toa.
Nessas horas procuro uma ajuda amiga, alguém que sempre estará disposta a ouvir.
Ela me faz relembrar dos fatos, reviver o momento de explosão e ódio, e me ajuda a ficar firme.
Mas sou menina, e assim como 98% delas tenho um ponto fraco, o coração.
E de repente, de uma hora pra outra a pessoa que tanto havia me magoado volta, com aquele jeitinho fofo de ser, e acerta em cheio onde mais dói, aquele lugarzinho mesmo onde o restinho de sentimento está repreendido.
E na hora parece que aquele muro de ódio desaba, que nada mais do passado importa, e sem mais um pingo de juízo volto a conversar com a pessoa.
Fico duas vezes mais envolvida do que antes, fica nadando naquele monte de esperanças... Mesmo sabendo que tudo será igual.
Obviamente ela irá me magoar de novo, e eu sofrerei pensando "por que dei aquela segunda chance?"
A resposta?
É por que sou realmente idiota.
12 de jan. de 2015
Problema
Essa semana tive um sério bloqueio em meus pensamentos, isso também significa que a criatividade para textos foi afetada.
Muitas coisas aconteceram nesses últimos dias... a virada do ano, meu aniversário, viagem para a praia, uma "surpresa" meio desconfortável... coisas que me chocaram de alguma forma.
Estou perdida, não consigo me organizar...
Toda vez que tento pensar a respeito dessas coisas surge um obstáculo, alguma coisa me impede de me concentrar na resolução do problema.
Já tive isso outras vezes mas essa não está normal.
Tento escrever, já que é a única forma que encontro para expor meus sentimentos, mas fico olhando para o papel e para a caneta sem saber por onde começar, onde está o inicio da história?
A história tem ficado pendente, apenas acumulando fatos e problemas. Acho que agora estamos no cumulo de tudo isso, não tem uma saída.
Como resolver uma situação tão delicada?
Conversar com pessoas não ajuda, por que afinal nem eu sei o problema...
Esquecer também não é uma opção por que eu estaria acumulando ainda mais, tornando-a impossível de lidar.
Tentei escrever aqui por um motivo, para eu ter absoluta certeza que tenho um problema, e que dessa vez, não tenho como resolve-lo.
Muitas coisas aconteceram nesses últimos dias... a virada do ano, meu aniversário, viagem para a praia, uma "surpresa" meio desconfortável... coisas que me chocaram de alguma forma.
Estou perdida, não consigo me organizar...
Toda vez que tento pensar a respeito dessas coisas surge um obstáculo, alguma coisa me impede de me concentrar na resolução do problema.
Já tive isso outras vezes mas essa não está normal.
Tento escrever, já que é a única forma que encontro para expor meus sentimentos, mas fico olhando para o papel e para a caneta sem saber por onde começar, onde está o inicio da história?
A história tem ficado pendente, apenas acumulando fatos e problemas. Acho que agora estamos no cumulo de tudo isso, não tem uma saída.
Como resolver uma situação tão delicada?
Conversar com pessoas não ajuda, por que afinal nem eu sei o problema...
Esquecer também não é uma opção por que eu estaria acumulando ainda mais, tornando-a impossível de lidar.
Tentei escrever aqui por um motivo, para eu ter absoluta certeza que tenho um problema, e que dessa vez, não tenho como resolve-lo.
Lele Ribeiro
2 de dez. de 2014
Desabafando em 3...2...1...
Vou escrever, pois não há melhor jeito de me expressar.
Agora o coração está partido, bem mais do que já estava. Nada de diferente aconteceu, não mudamos nada, apenas ouvi palavras sinceras.
Senti novamente aquela dor no peito, que remédio algum pode curar. Vi os meu olhos encherem de agua, minha voz falhar, minha respiração atrasar... e tudo isso por alguém que não merecia nem um olhar.
Vi todos os momentos bons sumindo em segundos, todas as alegrias se tornando em tristeza.
Sei que boas pessoas são difíceis de encontrar, mas quando você acha que encontrou uma você a ama de todo o coração, e na hora que você percebe que ela é horrível então você é obrigada a odiá-la.
Apaguei todas as fotos, todas as conversas, tudo o que me fazia lembrar dele.
Rasguei todas as cartas que eu escrevi, as musicas que eu compus, e todos os desenhos que eu gastei horas fazendo.
Deletei todos os status que eu tive, todas as fotos que ele gostava, e não vou mais assistir a serie que ele me recomendou.
Bloqueei nas redes sociais e apaguei o numero de telefone.
Esquecer não vai ser fácil, mas vai valer apena.
Esse tipo de pessoa não merece segundas chances, merece morrer... :)
Agora o coração está partido, bem mais do que já estava. Nada de diferente aconteceu, não mudamos nada, apenas ouvi palavras sinceras.
Senti novamente aquela dor no peito, que remédio algum pode curar. Vi os meu olhos encherem de agua, minha voz falhar, minha respiração atrasar... e tudo isso por alguém que não merecia nem um olhar.
Vi todos os momentos bons sumindo em segundos, todas as alegrias se tornando em tristeza.
Sei que boas pessoas são difíceis de encontrar, mas quando você acha que encontrou uma você a ama de todo o coração, e na hora que você percebe que ela é horrível então você é obrigada a odiá-la.
Apaguei todas as fotos, todas as conversas, tudo o que me fazia lembrar dele.
Rasguei todas as cartas que eu escrevi, as musicas que eu compus, e todos os desenhos que eu gastei horas fazendo.
Deletei todos os status que eu tive, todas as fotos que ele gostava, e não vou mais assistir a serie que ele me recomendou.
Bloqueei nas redes sociais e apaguei o numero de telefone.
Esquecer não vai ser fácil, mas vai valer apena.
Esse tipo de pessoa não merece segundas chances, merece morrer... :)
Assinar:
Postagens (Atom)








